Oct 25, 2006

Boa tarde,caro colega boa sorte na sua jorna*da.o seu texto do cachorro tah legal mas cemitério para dogs, rua em nome dosdogs, praças e avenidas etc....se vire aprenda logo inglês ou comeras comidade cachorro,,antes de usar leia o rotulo (em inglês) e ai, resta saber se ocemiterio para cachorro vai ser de graças se for soy contra but se forprivatizados os TUMUDOGs só tenho a dizer 'faz parte" e tem + lah na minha terrrrrra au.ki.mi.a não morde!boa idéia vou lancar novos produtos do banco Almirê$..dogprevi, dogvida,dogcap e ateh dogsena ( milhôes de o$$os toda semana). APOSTE O POSTE SERAHALGO PRIVATIVO LOGO..LOGO...vou agora ver.T.V claro jah fiz a leitura da revista CARAS...agora é TVFAMA...depois tem RDB..."faz parte' Ps..logo alquem vai copiar o fazparte...logo...sempre tem algum ban..ban de olho em voCê!boa tarde,,,abda Almirêzo mito da nação abdalina....

Oct 7, 2006

Caniza, o “anti-Cristo” da cultura joseense Freud explica? O diretor cultural da Fundação “Cultural” Cassiano Ricardo é uma das pessoas mais odiadas no meio cultural desta capital do avião. Dailor Varela (*) E agora do futuro deputado federal Emanuel Fernandes, que do jeito que vai poderá ser Ministro ou Presidente da República. Muitos comerciantes do Calçadão da Rua Sete tem ódio do Caniza, porque, segundo eles, ele vetou um projeto (dos mais simpáticos) que levava grupos de chorinho aos sábados ao Calçadão. A população adorava e os comerciantes também. Um deles, o inquieto e histórico Estelino (do Itália´s Café) chegou, na época da atitude do Caniza, a protestar junto à FCCR. Nada conseguiu. O que é realmente absurdo. Tiraram o chorinho da rua e deixam (a FCCR não tem culpa) um bando de falsos profetas gritando e xingando todo mundo em nome de Deus. A ACI foi solidária com os comerciantes. Hoje os malucos de Deus sumiram e só aparecem uma vez por outra. Mas, voltando ao Caniza, a poeta Josie brava intelectual alternativa, em entrevista(inédita) ao jornal cultural “O Grito” da minha filha pop Maíra e deste escriba não mediu palavras para criticar o Caniza. Segundo ela “um zero” na cultura local. Em tempo: “O Grito” estará nas ruas na próxima semana. Outro que não vai com a cara do diretor cultural da FCCR é o promotor de eventos culturais, Valtinho que ,aliás, promete levar não só o Caniza, mas muita gente da FCCR ao Ministério Público. No momento está fazendo um dossiêr sobre o assunto e publicou no “Jornal do Povo” suas denúncias contra a FCCR. Este escriba não circula muito por SJC. Prefiro cuidar da minha criação de porcos, em Monteiro Lobato. Mas, quando vou a cidade, cada poeta, escritor, artista, me pára na rua, me liga no celular do jornal para falar mal do Caniza, a maioria destes artistas afirma que é um diretor cultural nulo, sem expressão. Me contaram que o seu nome também é mal visto no Paço Municipal. Eu, hein! Será o Caniza, uma espécie de “anti-Cristo” da cultura joseense? Conheço Caniza muito pouco. São Caetano Veloso disse certa vez num festival de MPB, que “o júri é muito simpático, mas incompetente”. Rezo toda noite por Caniza. Ouçam seu novo CD, “Ce”. Se eu fosse o Caniza procuraria um templo budista para se proteger. Pois proteção espiritual não tem segundo turno. (*) Dailor Varela é jornalista -

Aug 21, 2006

ENSÁIO SOBRE O TEMPOPARA ARTUR RODRIGUES MARTINSO tempoEu no tempoTempo em mimO coração relógioarrasta os ponteirosinventandonoite e diasVivo dentro e fora do tempoMoro e não moro no relógioporque tenho e não tenho que cumpriros ditames ultra capitaisMeu corpo ( ontem ),desenho enterradona pedraMeu corpo ( hoje),largadonas estampasO talhe do rosto do homemvibrandoem quadrosque o tempo tratou de gravarsob os anéis das horasDiante da medida da sombrados planetas,plantado no subsolo das lembrançasda velhice e da infânciavolto ao homem,ao beijo,ao inchaço que atormentou meus pésUm olho em 1900,o outro em 6000 e sei láMorrendo nascendo ( muitas vezes )Conto os inúmeros crâniosque tive para guardar os pensaresAcho que estou no presente no futuro,acho que estou...Molas digitaisEngrenagens de cera líquidaPonteiros cobertos de terra pretaAntônio Eduardo Planchez de Carvalho,o sibilar das asas côncavas da moscacaminhava no magmaantes mesmo da intensa chuva de meteoritosMinha ciência conhece o nascedouro desse sistemaEu viajante do tempocrescendo entre os vagões,locomotiva de músculos e ossosem linha sinuosa reta EDU PLANCHEZ 20-08-2006- Rio de Janeiro

Aug 14, 2006

Cultura ou BarbárieBombas explodem no Oriente Médio e os computadores continuam ligados na internet. Joca Faria (*) Somos ainda a locomotiva do Brasil numa época em que os trens foram deixados de lado? “A cultura é fonte de transformação” Diz Marcola, o líder do PCC - Primeiro Comando da Capital. Que pena uma cabeça tão inteligente sendo usada para o mal. Mas o que esperar de alguém engaiolado, enfrentando o sistema prisional brasileiro, verdadeira fábrica de feras, alimentadas pelo ódio e a indiferença e que jamais serão recuperadas, definitivamente feras raivosas. E você leitor também tem sua parcela de culpa nisso tudo. Principalmente você consumidor de drogas que não tá nem aí. O ódio e a violência nas carceragens é maior do que qualquer coisa, do que o amor e a amizade. No Estado de São Paulo mais de 140 mil pessoas convivem nesse ambiente macabro. Só um investimento maior na educação e na cultura impedirá o surgimento de novos guerrilheiros como o Marcola. De nada adianta construir presídios, o importante são as escolas. Outrossim, com os políticos vagabundos que temos será muito difícil, mas não podemos desistir do trabalho coletivo. Ainda que alguns pilantras tomem conta da nossa Fundação Cultural que deveria servir à população e não o faz. Serve somente para dar boa vida aos pilantras nomeados pelo prefeito por indicação dos vereadores ladrões e pederastas. Cadê a Fundação Cultural Cassiano Ricardo para montar uma editora que cuide e imprima as obras dos escritores joseenses. Duvido que façam. Estão somente interessados em levar algum por fora. Como disse o professor José Moraes: “Ratos e Lacaios infestam a Fundação Cultural” – E continua, o que é pior, sob as vistas grossas que já virou catarata da “professora” Varotto. Queremos a Fundação funcionando, produzindo um grande debate de idéias que gere a ação cultural que o povo espera, num Estado mais forte a serviço da população.

Aug 7, 2006

Liberdade * Azf Casablanca Só se é livre pra consumirComprar em nome do deus da felicidadeGozar o indispensávelPela eternidade de uma semanaAté que a próxima novidade imprescindívelSeja oferecida como dádivaÚnicaMilagre à prestaçõesQue a gente não sabe muito pra que serveSe é que serveMas que saciaPequenas mentiras diáriasPara suportar a mentira maiorQue a gente aceitaPor nunca ter nada a dizerPorque é mais fácilLevar porrada longe da platéiaPorque é mais fácilIgnorar a verdadeDe que não se faz faltaDe que se é só um produtoCom prazo de validade vencidoQue logo vai ser descartadoPra que outros descartáveisVenham engordar o gadoVermes invejando lagartasQue nunca viram borboletas

Aug 4, 2006

Vermes Não há palavra, ato ou vontadeQue comova o verme O verme não se engaja em nadaEstá sempre em sua sanha desenfreadaPelo podre, morto, perverso Mal vê, ao seu ladoOutros vermes Igualmente solitários Numa multidão de vermesDevorando tudo à qualquer preço Até que não sobre nadaAlém de ossos E fimSem saudadesDe sua jornada AZF Casablanca

Jul 31, 2006

Projeto Cidade das Palavras Cidade das palavras é um projeto literário que nasceu há quatro anos apartir da idéia de se utilizar um novo suporte para a palavra falada eescrita neste novo milênio. Foi quando contatamos poetas do Vale doParaíba, e gravamos dois CDs: República das Letras e Cidade das Palavras,que mostram a diversidade criativa em nossa cidade e região. A gravação, dealta qualidade técnica, foi feita pelos próprios poetas nos estúdios daFundação Cultural Cassiano Ricardo e recebeu trilha sonora especialmentecomposta por Bebeco Russo, Gabriel Russo e Gilvan Tadeu. Na ocasião foitambém produzido um documentário, de todo o making off ,por João Nicolau.Esse trabalho pode ser acessado e copiado através do site.www.cidadedaspalavras.com.br. Nesse endereço virtual existem links, blogs, eforuns de discussão que incentivam a divulgação da poesia digital, viaInternet. Em nossas planos, a curto prazo, está a produção de novos CDs depoesia e musica alternativa em maior escala, bem como a criação de uma ONGeditora que viabilize a publicação das obras dos talentosos escritoresValeparaibanos, que encontram sérias dificuldades em colocar no mercadoeditorial seus livros. Nas primeiras edições de CDs podem ser apreciadospoemas criados e gravados por Bebeco e Gabriel Russo; Mirtes Mazza Mazieiro;Marcelo Planchez; Joca Faria; Carlos Alberto Cândia; Daniela Peneluppi;Flanklim M.; Braga Barros; Simões; Zé Mira; Ludmila Saharovsky; Nadir JacobCury; Juracy Ribeiro; José Moraes; Renato Ramoore; Marcela Puppio eGeraldine Matha entre outros.Entrem, ouçam, copiem e apreciem nossa Cidade das PalavrasProdutores: Marcelo Planchez e Joca FariaMaking off: João NicolauTrilha sonora: Bebeco Russo, Gabriel Russo e GilvanTadeuEstúdio de gravação : Fundação Cultural Cassiano RicardoMasterização e mixagem: Wilson Rafael.Contato : tel: 012 - 39296879Email : joca@cidadedaspalavras.com.br,marcelo@cidadedaspalavras.com.br Www.Cidadedaspalavras.Com.br

Jul 26, 2006

Preciso de um televisor novo Pra me ensinar o que é certo e erradoPreciso de um televisor novoPra ver dum aquário a vida de sonhosDaqueles que nos esfolam o couroPreciso dum televisor novoPra descobrir “as minhas necessidades vitais”Lembrar que preciso morrer de trabalhar por um carro novoPra ter roupas de grife, puxar o saco, abaixar a cabeça por migalhasViver uma vida confortável e bestaPreciso dum televisor novoDesses de cristal líquido, tela planaPra não ver o mundo quadradoAssisti-lo retangular, esticadoArreganhado feito um rabo pra entrar até as bolasPreciso dum televisor novo AZF Casablanca

Jul 21, 2006

Amigos * Franklin M . Quero olhar pras coisasE ver o que são e o que podem serQuero tocar cada homem-mulher-criançaCompartilhar suas emoções e doresSentir o latejar de seus pulsosAcreditar num futuro improvável, mas possívelNuma fraternidade de iguais multicoloridosQuero andar sem medo pelas ruasAbraçar desconhecidos com calor- Distribuir amor e receber amor-Vencer barreiras pra encontrar-te do outro lado do rioE rir de tudo issoCom a candura de quem encontra o paraíso Franklin M.

Jul 19, 2006

Agora sim, café com pão... Os finais de semana de minha infância eram preenchidos pela expectativa deliciosa e única da aventura que seria, novamente, percorrer o longo caminho até o templo ortodoxo de Vila Alpina...de trem. Eu, linda em meu vestido de domingo, as tranças caprichosamente amarradas por grandes laços de fita de organza arrematadas por ponto de ajour, os sapatos modelo “boneca” em verniz preto (eles deixavam-me doloridas marcas nos calcanhares, que eu, estoicamente, suportava) sentava-me sempre ao lado da enorme janela por onde a manhã passava com suas caleidoscópicas imagens embaladas pela cantinela da máquina nos trilhos, como no poema “Trem de Ferro” de Manoel Bandeira: ...Ôo/ foge bicho/ foge povo/ passa ponte/ passa poste/ passa pato/ passa boi/ passa boiada/ passa galho/ de ingazeira/ debruçada/ que vontade/de cantar.../agora sim/ café com pão/ agora sim/ café com pão... Café com pão...Ah! A fome me torturava, mas, a comunhão...Lembram-se de que lá no antigamente a gente só podia comungar em jejum? Pois então! Ao meu lado crianças deliciavam-se com variadas e coloridas guloseimas enquanto eu engolia em sêco, oferecendo aquele pequeno sacrifício ao menino Jesus enquanto me distraía com a paisagem. Mais tarde, casada, não trocava por nada a viagem de férias, com minha filha pequena, ao Rio de Janeiro, feita naquelas composições cintilantes de aço inoxidável, formadas por carros-dormitórios duplos, cabine de cima, cabine de baixo, o cheiro de trem inesquecível e tão particular.... e nós deitadas, juntinhas na cama beliche, o sono chegando mansamente, o céu salpicado de estrelas, a vida sacolejando por dentro de incontáveis túneis e curvas em direção ao mar...Pela manhã, após os malabarismos para escovar os dentes naquele banheiro minúsculo de pia metálica, dando bom dia aos passageiros, todos bem dormidos e arrumados, nós chegávamos aos suburbios do Rio. O calor gostoso nos dava as boas vindas, junto com meus sogros, na estação...Então, aquele burburinho de malas e pessoas misturava-se à alegria da chegada: Oô...Vou depressa/ vou correndo/ vou na toda/ que só levo/ pouca gente/ pouca gente/ pouca gente... Na Rússia, a viagem entre Moscou e S. Petersburgo de trem, é muito concorrida, chique e sexy. A locomotiva, que parte às 23 horas é composta por inúmeros vagões de várias classes e ornamentada com brasões de latão que ofuscam a vista, de tão polidos! Os comissários de bordo, todos homens, com seus uniformes azuis escuros e galões dourados vão encaminhando os passageiros para cabines individuais. Assim que você se acomoda, surge o garçon oferecendo champagne e um sortido cardápio à escolha do viajante. A noite passa rápida entre edredons de penas, e a neve que cai vai deixando a paisagem com jeito de cenário de filme...O sono custa a chegar, pois é tão bom usufruir daquele conforto, do astral, a cantinela das rodas sobre os trilhos...a manhã nascendo lentamente...Já a travessia de Moscou ao extremo norte do País dura vários dias. As pessoas lêem, escrevem, dormem, fazem as refeições, conversam nos corredores e nos vagões restaurantes...A travessia é muito mais instigante, agradável e cômoda do que de avião. Aliás, na Europa inteira viaja-se muito de trem. É cômodo. É econômico. Você descansa, cochila, relaxa. Conhece melhor a região, curte a paisagem, faz novos amigos, medita. São países civilizados, com outros hábitos e costumes. O trem é uma opção muito procurada e utilizada. Diferente daqui, onde antigos vagões viram sucata ou saudosas lembranças de um Brasil que só conhece estradas rodoviárias mal conservadas e empresas aéreas á beira da ruína...(Ludmila Saharovsky)
O Aleph azul de Borges Por Bárbara Lia Deixastes aqui teu coração - Aleph azul povoado de tigres brancos e miragens, que pulsa como esta Milonga Del Angel, nesta primavera desprotegida - acordes de Piazzola – Nuvens brancas a acenar certezas: teu coração Aleph azul permanece – no suave ritmo del sul. Deixastes um Livro de Areias - tu’alma - nós todos virando páginas deste deserto metafísico - noturno e trágico - que leva à aurora nítida do reino da poesia. Deixastes aqui teu coração, Aleph onde trafegam signos vários, e mesmo que tenhas imprimido sonhos em grego, sânscrito ou aramaico, deciframos – em alfa – tuas mensagens de estrelas. És um vaso vazio de segredos, pleno de sóis & luas & signos da nobreza, em uma azul sinfonia que teces entre seus dedos, enquanto apontas: A eterna água, o ar eterno, flanando em um vale de sombras e a inscrição brilhante com fios de ouro - não existe tempo – Guardiões do impossível levamos ao pescoço a ampulheta como homens-bombas explodindo a vida, sem seguir teus passos-acordes. Cegos, não percebemos, a inutilidade da areia que cai em conta-gota, teu coração quer nos gritar isto - Aleph azul que guarda segredos rojos. Alguns o folheiam em prece, como anjos. Eu o folheio, deslumbrada, com a mesma cálida e reverente ternura com que olhava abismada a estrela Vésper. Azul como teu Aleph coração. Seta e sinal em meu caminho: A estrela Vésper e o Aleph azul de Borges. Bárbara Lia é professora de História e Escritora. Publicou poemas no jornal Rascunho, Fenestra, Garatuja, Mulheres Emergentes, Revista Etcetera, Revista Coyote, Ontem choveu no futuro. - na Internet - Revista Zunái, Germina Literatura, Cronópios, Blocosonline, Editora Ala de Cuervo, entre outros. Finalista do Prêmio Sesc de Literatura 2.004, com o romance - Cereja & Blues, e 2005 com o romance – Solidão Calcinada. Publicou o livro de poesias – O sorriso de Leonardo – Kafka edições baratas. Até o final de 2.006 a LUMME EDITOR lançará o livro DE POESIAS ‘O SAL DAS ROSAS’ .

Jul 17, 2006

Por que é preciso matar a arte para ser aceito? Por que é preciso rasgar as palavras Pra ter o direito de ser ouvido? Pra que ter olhos quando não se pode olhar para os lados? Os sapatos sempre bem engraxados Escondem a lama engastada nas solas A alma confinada numa gravata quer gritar O coração na garganta bate envergonhado Pra não ser escutado Em soluços, meu espírito arqueja Sobre dúvidas: - Que caminho certo é esse onde não me encontro? E a vida vai se tornando Um sorriso de dentes brancos postiços Tão bela e superficial quanto um comercial de televisão Azf Casablanca Aqueles q possuem paciência suficiente pra ler os meus rabiscos diários, podem conferi-los, quando não chegarem por email pelo blog: http://spaces.msn.com/members/franklinm Visitem, deixem lá suas opiniões e sejam felizes Paz Profunda

Jul 5, 2006

Joca, tenho necessidade de escrever. escrevo todos os dias. É a minha maneira de ser. Em Goiás eu lancei dois livros: Retalhos de Outono - poesia concretista. E o livro Desertos - orações em forma de poesia. O lançamento foi durante o FICA - Festival Internacional de Cinema Ambiental, na cidade de Goiás. Tive o patrocínio da Prefeitura Municipal de Goiás. Foi ótimo! A edição ficou esgotada em uma semana. Votar!!! Eis a questão. Eu estou procurando um candidato que se enquadre no meu perfil de Presidente... nem que seja uma pequena porcentagem. Aguardo! Agora com o Brasil perdendo o Hexa haverá mais seriedade, então poderemos decidir em quem votar! O Centro Oeste é bom!!! O melhor foi descobrir que amam Cassiano Ricardo por lá. Dão a ele um enorme valor como escritor e político. Vi documentos e ouvi relatos a respeito de um Cassiano Ricardo mudancista que raramente eu encontrei por aqui. O Verdeamarelismo ecoa no coração do Brasil e um dos expoentes é Cassiano Ricardo. Cora Coralina é um ícone nacional. Ana Lins Guimarães Peixoto Bretas é uma cidadã vilaboense. Há uma diferença. Mas... que viva a diferença. Cora usa as mesmas metáforas drumondianas - a pedra e a flor. Só passeando pelos becos de Goiás podemos entender Cora. Eu ás vezes saio a noite para percorrer os caminhos da poetisa. Até mesmo decidi morar no Beco do Cisco - o primeiro que ela cita no poema dos Becos de Goiás. É encantador... Estudei Cora Coralina durante esses tres ultimos anos. Li seus manuscritos, fotografei seus documentos, falei com seus conhecidos, encontrei raridades. cada vez que me aprofundo mais em Cora mais vejo coias a desvendar... Aproveitei para me especializar em arqueologia, ainda estou estudando... e sei que será assim para o resto da vida. Gosto e muito de Goiás, já conheci quase todo o estado e outros vizinhos, mas sou apaixonada por São José dos Campos, nada se compara com essa cidade. Aqui é meu lugar, fico alguns meses lá pesquisando e participando da parte Cultural - sou Ditretora Cultural do FarriCora - um grupo de artes cênicas vilaboense - e alguns bons meses aqui no meu apartamento em SJC. Escrevi muitas cronicas para o jornal Valeparaibano sobre os "causos" de Goiás durante esses anos. Divulgando a região centro-oeste. Precisamos divulgar mais os escritores joseenses e incentivá-los a escrever. O Brasil precisa de Homens e Livros, pois só assim cresce a nação! Um abraço da Rita Elisa Seda

Jul 3, 2006

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS 1998- Entrevista POESIA EM DISQUETE- O poeta Edu Planchêz surge com uma novidade que merece atenção. Ele lançou seu último livro, "Cidade Neon", em disquete de computador. É a primeira vez que vejo um livro de poesia ser comercializado desta forma. Tenho dúvidas quanto à eficiêcia do meio. Pouca gente tem computador e os que têm sabem que a tela de computador não é o melhor suporte para a leitura. Mas é uma tentativa que deve ser feita. Se João Gilberto faz sucesso há quarenta anos cantando um samba chamado "Desafinado", por que as pessoas não poderiam gostar de literatura em disquete? O que a princípio parece estranho, pode ser a chave da porta que dá para o jardim florido. UMA PEQUENA ENTREVISTA- ImpossÍvel não pensar em Jorge Mautner quando se olha a poesia e a persona de Planchêz. Há algo de caótico, caleidoscópico na sua escrita. Há uma mistura de vida e literatura, que Allen Ginsberg fez divinamente. Suas performances trazem a aura de um ser humano que trilha o caminho da liberdade. Eis a pequena entrevista dada pelo poeta via fax: Paulo Nubile - Edu, você lançou recentemente um livro de poesias em disquete. Você acredita que esta seja uma saída para os escritores veicularem seus textos? Edu Planchêz - O que você acha!?!?!? No momento o disquete está sendo a minha nave-mãe. A minha vulcânica poesia tem que ser devorada e devorar as pessoas aqui e agora. "O futuro é hoje e cabe na mão!" O imperador poeta Torquato Neto sabia o que estava dizendo, e eu saquei isso. Nubile - Como fica o direito autoral? Um disquete pode ser facilmente copiado. Planchêz- Um livro também; eu já xeroquei tantos! Preciso de dinheiro, mas esse não é o centro da minha aventura humana. Quero mais que as pessoas copiem mesmo. Que se dane esse sistema capitalista !! Estou incendiando o mundo com o fogo das Rosas. Nubile - Você pensa em acoplar essas novas tecnologias ao seu estilo performático? Planchêz - Eu penso tanta coisa e não penso nada; não sou um gozo estético. Adoro a alta tecnologia cibernética, mas não dispenso a fogueira dos Xavantes ... Aliás, eu sou uma fogueira e ao mesmo tempo uma tromba d'água. Nubile- Como tem sido a aceitação do livro em disquete? Você pensa em%2

Jun 13, 2006

CRIANÇA NÃO COMBINA COM ESTILHAÇOS DE BALAS

Criança não combina com estilhaços de balas,diz a voz dos antigos, das mães e dos irmãos de claridade Voltemos ao tempo da coerência

,revendo o sentido correto do que é moral Homens de gelo+ frios q o Ártico e a Antártica,onde

andará o meninoque abria a porta e as janelas para os vagalumesinalgurarem sobre a gangorra

do olhara união entre os povos Fome, fome...temos fome de comida, fome de felicidade,fome de

conter a avalanche vermelha Acendemos a vela,a luz carmim engolidora de sombrasirmã do sol

pião e das estrelas açucaradasno interior do crânio desses seres emparedados Criança não

combina com violencia bestial+ sim com gato pulador de corda, cachorro rasgador de

serpentinas, doce de jaca, carambola, maçã esmeralda,goiabada entranhada no queijo, beijos,

abraço,alegria de pipoca

EDU PLANCHEZ

CRIANÇA NÃO COMBINA COM ESTILHAÇOS DE BALAS

Criança não combina com estilhaços de balas,diz a voz dos antigos, das mães e dos irmãos de claridade Voltemos ao tempo da coerência

,revendo o sentido correto do que é moral Homens de gelo+ frios q o Ártico e a Antártica,onde

andará o meninoque abria a porta e as janelas para os vagalumesinalgurarem sobre a gangorra

do olhara união entre os povos Fome, fome...temos fome de comida, fome de felicidade,fome de

conter a avalanche vermelha Acendemos a vela,a luz carmim engolidora de sombrasirmã do sol

pião e das estrelas açucaradasno interior do crânio desses seres emparedados Criança não

combina com violencia bestial+ sim com gato pulador de corda, cachorro rasgador de

serpentinas, doce de jaca, carambola, maçã esmeralda,goiabada entranhada no queijo, beijos,

abraço,alegria de pipoca

EDU PLANCHEZ

Jun 10, 2006

08 jun 06 / quinta noite Escrevo debilitado por uma febre de 39 graus e um corpo fraco... Acho que isso foi a gota d'água numa semana turbulenta, triste, muito triste. O corpo (sempre) responde à estímulos negativos. Minha cabeça lateja e a imagem do Gui não vai embora... Delírio? Não... minha alma tá em frangalhos... Pelos milhares de Guis que se vão todos os dias embrenhados na selva escura da ignorância, da barbárie. Pelas milhares de pessoas que se vão de maneira violenta e desnecessária. Minha cabeça lateja, minha alma está rota porque a bárbarie nos ronda a todo momento. Pela ignorância, pela xenofobia, pela covardia que atinge de forma brutal os desavisados, os que têm paz de espírito (e compartilham com o mundo!), aquele que querem apenas viver da maneira mais digna possível. Minha alma chora de raiva e torpor por uma justiça ausente, caolha, permissiva e elitista. Quantos Guilhermes não se vão todos os dias, arrancados de maneira odiosa nas periferias, nos condomínios de alto luxo, arrancados. Desapropriados. Eis o câncer de uma sociedade doente, corcunda, capenga. Às vezes, dá vontade de rasgar o peito e gritar, gritar de vergonha. Um grito seco e surdo. A voz não sai. Talvez pelas coisas que me incomodam e me deixam (muitas vezes) impotente diante daquilo que não tenho controle, talvez por isso eu faça arte e faça da minha arte a armadura contra a barbárie. Mas sempre é insuficiente. Hoje é um dia triste, mas infelizmente não será o último. Quandos Guilhermes ainda serão necessários sacrificar para que possamos ter paz? Minha alma está em preto e branco. E uma das cores prevalece sobre a outra. Alguma coisa se perdeu. No fundo do porão. Vá em paz. Os que te amam não precisam mais te segurar aqui. Wallace Puosso

Jun 9, 2006

Um chinelo?
UM CHINELOUm chinelo para a esquerda,outro para o oesteda dimensão tropical do que pensoO que penso embarca na cabine da navelúcidaporque o tempo é outroe os homens desse tempo já não pulam fogueiras Edu Planchez Joca sonhando sentia culpa, a velha culpa vinda do cristianismo. Agora ele nu, fodendo e sendo fodido na vida real por mulheres maravilhosas porque ele poeta de grande valentia merece o maior de todos os gozos. Viva Joca Faria ! Revolucionario, companheiro de luta, de guerras e mais guerras. Que teus sonhos ganhem corpo nos dias de sol e nas noites de intensa loucura Um beijo EDU PLANCHEZ
O modo que se vê* Franklin M. In “Canções de Amor à você”Vi grandes fortunas e impérios tombaremNum simples estalar de dedosE vi homens e mulheres desconhecidosMudarem os destinos da humanidade inteiraE sei que a diferença entre os que venceramE os que se deram por vencidosEncerram-se exclusivamenteNa vontade e na féQuantos heróis morreram na praiaPor abortarem seus sonhos antes mesmos de sonharem?Pisei terras tão férteisQue a sementes mais frágeisQue escorregaram pelo rasgo do meu bolsoFormaram grandes e vastas plantaçõesE por elas eu viMultidões de mulheres e homens resmungõesEscorados uns aos outrosE morrendo de fome;Singrei desertos estéreisSob o cáustico sol do meio-diaE cujas noites frias cortam a alma bem fundoE dei com homens e mulheres de labor,Dourados pelo sol,De mãos grossas, firmes e decididasCom seus silos repletos de grãosDa mais alta qualidadeE as mentes abertas às novas fronteirasO homem que olha pro céuPercebe o brilho particular de cada estrelaE descobre que existe um espaço infinitoPara crescer;O homem que volta seus olhos pro chãoLimita e vigiaOs passos de sua vidaE estende todo o seu futuroÀ sete palmos além dos limites que se impôs- A dimensão do olhar determina-O derrotado e o vencedor

Jun 2, 2006

POETAS DA TERRAOs poetas da Terra (mesmo não sabendo)estão de mãos dadasdesde o mais remoto tempo,assim permanecerão pelo translado do infinito futuroPoetas da Terra,a mão de Willian Blake cobre as ferragens de nossos crâniospara que o sol branco-grená de Virgíliose propague aos vindourosPoetas da Terra,tampo um de meus olhos, vejo você meu irmão/irmãflorir sob a influência das palavras de Charles BaudelareOs poetas da Terracontinuarão abraçados no olho orgânicoda explosão( atômica),mesmo que seus corpos ganhem do fogo doenteos elementos do vidro,eles seguirão, de alguma forma seguirãoescrevendo nas cavidades coronárias o novo,a odisséia rumo a Idade do OuroOs poetas da Terranunca perdem o rodopio da flor de lótus,jamáis deixam o arco-íris pulsar impunimente,sabem ou buscam saber o que dizem as aves noturnasque nos visitam ao meio-diaPoetas da Terra,Dylan Thomas levanta-se de seu sono de escaravelhos,abre as janelas da casa prateada,põe as luvas e o negro chapéu,empurra a porta antiga,ganha as ruas aquecidasdo Rio de JaneiroOs Poetas da Terraacordarão no meio da noite,no centro do diaEDU PLANCHEZ

May 24, 2006

Irmandade Azul Joca Faria Faz frio nesta quarta feira acabo de criar mais um blog para divulgação coletiva de nossos trabalhos da Irmandade Azul. Ontem estava relendo a bela entrevista de Solfidone para o LITTER dez e me emocionei com aquela bela entrevista e mais aquele texto de Edu Planchez.Que absorvam este novo blog que mostra as idéias destes poetas desta nossa São Jose Dos Campos. De nosso Vale do Paraíba , São Paulo Brasil. E o novo que se recicla como diz o filosofo Solfidone que agora vive num retiro em pleno shoping centro sem falar com seus antigos discípulos. E o velho mestre que neste ano completa seus cinqüenta anos agora bem distante de todos nos, Mas se fará mais perto neste novo veiculo de comunicação já tivemos tantos nomes comissão de literatura, Celebreiros, Base, Irmandade Neo Filosófica , ARAUTOS URBANOS, Cidade das Palavras a FUTURA ong e a Irmandade Azul. Isto e a filosofia destes insanos poetas tão distantes e tão pertos nesta terceira dimensão deste planeta chamado Terra ou para quem preferir Gaia estamos aqui vivos somos Índios, Homens, Mulheres querendo nos transformar viva o amor o amor em toda sua plenitude. Viva todos os Centuriões do Litter guerreiros da palavra. João Carlos Faria